sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ele falava de morte.
Falava de amor.
Falava do Brasil.
Falava de Francês.
Falava de Saramago.
Falava de cinema e teatro.
Falava de Minas Gerais.
Falava da Morte do Mestre
e de poesia também.
Pedia provas,
Sabia de tudo.
E sua voz era como poesia.


PS: esse poema não tem nome porque não sei nomear meus textos.
PS²: Dedico esse poema ao Professor Silvio, que está me ajudando a abrir o coração pra arte.

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