Nuvens, céu
Prédios, Carros, poluição
Gente, bicho
Tudo, nada
Nada de novo de baixo do sol.
Zona, barulho
Putas, enchente
Floresta de concreto
Sorrisos, gritos, lágrimas
Beijos e abraços
Nada de novo de baixo do sol.
Isso e aquilo
Inglês, Português, Espanhol
Solidão, multidão esbarrão
Sangue, lágrimas, curativos
Mais sorrisos
Nada de novo de baixo do sol.
Guerras, políticos, poluição
Traição, perdão
Inveja, dinheiro, sexo
Eu, você, nós
Beijo, carinho, abraço
Amaço
Isso sim, isso não
Nada de novo de baixo do sol.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Ao mestre
Certo dia encontrei um filósofo. Ele sem ao menos me conhecer, muito me ensinou. Me ensinou que não devemos ter medo da chuva, pois a chuva quando volta pra terra traz coisas do ar. Me ensinou como somos completamente diferentes dos nossos amigos e que se convivemos é para aprendermos com as diferenças e aprendermos a ser tolerantes também. Ele me ensinou que ficar maluco também é uma beleza. Ele me contou os segredos do universo e me contou também coisas que aconteceram quando ele morreu e me questionou como será que a morte virá. Me provou por A mais B que somos metamorfoses ambulantes, disse que mulheres são como lua cheia. Me cantou uma Bahia hipócrita, longe dos trios e carnavais. Me cantou um Brasil de militares, de ditadura e exilio. Ele me falou também de uma nova sociedade, onde as pessoas fazem o que querem pois nada é ilegal. Ele me cantou a canção do vento e me disse pra tentar outra vez ou quantas vezes forem necessárias. Ele reclamou, disse ser paranóico e super herói movido à álcool, não queria ser prefeito, só queria ser o homem que era.
Ele passou quase 20 anos me ensinando coisas e quando sentia medo, dúvida era à ele que eu recorria. Me ensinou coisas que talvez só a vida pudesse me ensinar.
Obrigada Maluco Beleza.
E para terminar, o maior de seus ensinamentos "O ódio não é o real, é a ausência do amor".
Ele passou quase 20 anos me ensinando coisas e quando sentia medo, dúvida era à ele que eu recorria. Me ensinou coisas que talvez só a vida pudesse me ensinar.
Obrigada Maluco Beleza.
E para terminar, o maior de seus ensinamentos "O ódio não é o real, é a ausência do amor".
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Há um estágio em nossas vidas em que queremos tudo e dizemos que conseguiremos tudo o que queremos e vamos à busca. Buscamos a vida toda, até que chega uma hora que a única coisa que buscamos é um copo de cerveja gelada e depois disso, alguém que possa passar uma noite com você.
Tenho medo de ficar uma coroa fria e cansada!
Tenho medo de ficar uma coroa fria e cansada!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Homens X Mulheres
Seriam os homens muito espertos e as mulheres muito inocentes? Ou, seriam os homens muito burros e as mulheres muito muito muito burras?
Os homens pensam que podem falar o que quiserem para qualquer mulher que está tudo bem e a mulher diz não acreditar, não acredita, mas acaba tendo a maldita esperança.
Os homens são tão burros que ao dizerem seus exageros como "você é tudo o que eu sempre quis para viver ao meu lado" quando querem dizer "eu queria tanto te levar pro motel e te dar um 'trato'" ou então "eu nunca te esqueci e nunca deixei de te amar" querendo dizer "deixa de frescura e vamos fuder logo", pensam que a mulher acredita 100% nestas grandes mentiras.
As mulheres são tão tão mais tão burras que sabem que tudo o que o homem está dizendo é exagero e sabe também o verdadeiro significado de cada frase, mas acaba tendo a esperança de que o que ele está dizendo seja verdade e acaba caindo na histórinha absurda que ele lhe contou. Ela espera a ligação do dia seguinte e nada, outro...também não, ele só vai ligar quando estiver inteiramente necessitado.
Aí é que começa o perigo. A cede de vingança. Os planos mirabolantes e é quando a burra se apaixona de verdade.
Seria tão mais interessante se não fossem homens versus mulheres e sim homens x mulheres. A multiplicação. Multiplicação de verdades e sentimentos verdadeiros, sendo eles amor ou só tesão mesmo. O jogo aberto. A verdade no verdadeiro sentido da palavra verdade.
E se a mulher não souber aceitar a verdade, procure outra que aceitará, essa é muito pequena pra você, homem de verdade. E você mulher que não sabe escutar a verdade, prefere ser enganada, precisa crescer, abrir sua mente. Isso não significa que nós, mulheres temos que sair saindo com qualquer um que nos diga a verdade. Isso significa que não teremos mais aquela 'pulguinha' atrás da orelha.
E quando o homem disser "Eu te amo", ahhhhh como será bom. Você mulher saberá que é verdade e o homem estará fazendo uma mulher feliz.
Porém, essa é só mais uma das minhas viagens da madrugada. Todos nós , homens e mulheres sabemos que isso JAMAIS acontecerá. Homens nasceram para mentir e mulheres nasceram para acreditar e por mais que pareça ridículo vem dado certo a milhões e milhões de anos.
Os homens pensam que podem falar o que quiserem para qualquer mulher que está tudo bem e a mulher diz não acreditar, não acredita, mas acaba tendo a maldita esperança.
Os homens são tão burros que ao dizerem seus exageros como "você é tudo o que eu sempre quis para viver ao meu lado" quando querem dizer "eu queria tanto te levar pro motel e te dar um 'trato'" ou então "eu nunca te esqueci e nunca deixei de te amar" querendo dizer "deixa de frescura e vamos fuder logo", pensam que a mulher acredita 100% nestas grandes mentiras.
As mulheres são tão tão mais tão burras que sabem que tudo o que o homem está dizendo é exagero e sabe também o verdadeiro significado de cada frase, mas acaba tendo a esperança de que o que ele está dizendo seja verdade e acaba caindo na histórinha absurda que ele lhe contou. Ela espera a ligação do dia seguinte e nada, outro...também não, ele só vai ligar quando estiver inteiramente necessitado.
Aí é que começa o perigo. A cede de vingança. Os planos mirabolantes e é quando a burra se apaixona de verdade.
Seria tão mais interessante se não fossem homens versus mulheres e sim homens x mulheres. A multiplicação. Multiplicação de verdades e sentimentos verdadeiros, sendo eles amor ou só tesão mesmo. O jogo aberto. A verdade no verdadeiro sentido da palavra verdade.
E se a mulher não souber aceitar a verdade, procure outra que aceitará, essa é muito pequena pra você, homem de verdade. E você mulher que não sabe escutar a verdade, prefere ser enganada, precisa crescer, abrir sua mente. Isso não significa que nós, mulheres temos que sair saindo com qualquer um que nos diga a verdade. Isso significa que não teremos mais aquela 'pulguinha' atrás da orelha.
E quando o homem disser "Eu te amo", ahhhhh como será bom. Você mulher saberá que é verdade e o homem estará fazendo uma mulher feliz.
Porém, essa é só mais uma das minhas viagens da madrugada. Todos nós , homens e mulheres sabemos que isso JAMAIS acontecerá. Homens nasceram para mentir e mulheres nasceram para acreditar e por mais que pareça ridículo vem dado certo a milhões e milhões de anos.
sábado, 17 de outubro de 2009
Saindo do transe
Eu escutei sua voz me chamando, pedindo ajuda. Segui seu cheiro, seu som. Fui ao seu encontro. Quando dei por mim, era tarde de mais, havia caído em sua armadilha. O óbvio não me causava desconfiança.
Fiquei com muito medo, tentava escapar, mas não queria. Era confortável ali, ao mesmo tempo me sufocava. Era muito quente, muito "acolhedor" e aquilo me assustava.
Só que eu acabei me acostumando, já nem lembrava mais como era minha vida antes da armadilha em que você me colocou. O calor ainda me sufocava, mas eu era capaz de suportar. Em dias muito quentes sentia a impressão de um dia algo fresco beijando meu rosto.
Até que um dia, você se calou, parei de escutar sua voz e foi como se as amarras se soltassem de imediato. A principio meu corpo doía, sentia falta daquilo, mas foi quando eu lembrei-me das minhas asas, foi quando elas abriram e eu pude novamente alçar voo.
Fiquei com muito medo, tentava escapar, mas não queria. Era confortável ali, ao mesmo tempo me sufocava. Era muito quente, muito "acolhedor" e aquilo me assustava.
Só que eu acabei me acostumando, já nem lembrava mais como era minha vida antes da armadilha em que você me colocou. O calor ainda me sufocava, mas eu era capaz de suportar. Em dias muito quentes sentia a impressão de um dia algo fresco beijando meu rosto.
Até que um dia, você se calou, parei de escutar sua voz e foi como se as amarras se soltassem de imediato. A principio meu corpo doía, sentia falta daquilo, mas foi quando eu lembrei-me das minhas asas, foi quando elas abriram e eu pude novamente alçar voo.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Eu já te disse isso!?
Todo mundo é patético, hipócrita, moralista, conservador, egoísta etc.
E sabe o que é pior?
Todos nós julgamos essas pessoas, mas esquecemos de enxergar que somos muito piores, pois estamos apontando o nosso imenso dedão para o outro.
O ser humano é ridículo.
Eu sou ridícula.
E sabe o que é pior?
Todos nós julgamos essas pessoas, mas esquecemos de enxergar que somos muito piores, pois estamos apontando o nosso imenso dedão para o outro.
O ser humano é ridículo.
Eu sou ridícula.
domingo, 4 de outubro de 2009
A gente se acostuma...
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Marina Colassante)
Eu odeio me acostumar, mas já me acostumei com isso. =/
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Marina Colassante)
Eu odeio me acostumar, mas já me acostumei com isso. =/
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Cultivate love
Sometimes our smile lies...
Sometimes we lie to ourselves...
Sometimes we need to be alone, but sometimes to be alone is the worst thing to do.
Sometimes a smile is better than a hug or listen "I love you".
Love your family, love your friends, love your life, because you don't know what will happen tomorrow.
Be happy
Make love
Make love happen inside you.
You are the best thing that you have!!
02-05-2008
By Pam
PS: Um tanto quanto velho, porém, é um dos meus preferidos.
Sometimes we lie to ourselves...
Sometimes we need to be alone, but sometimes to be alone is the worst thing to do.
Sometimes a smile is better than a hug or listen "I love you".
Love your family, love your friends, love your life, because you don't know what will happen tomorrow.
Be happy
Make love
Make love happen inside you.
You are the best thing that you have!!
02-05-2008
By Pam
PS: Um tanto quanto velho, porém, é um dos meus preferidos.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Renascença
Depois do choro mudo, da certeza confirmada, do frio inexplicável, do grito que não pode ser ouvido, dos espasmos e dores no estômago. Depois da dor que tou conta de mim, veio o vazio que me inundou e depois me queimou por completo e eis que das cinzas surge a Fênix.
sábado, 12 de setembro de 2009
Sei que um dia vou enlouquecer. (Se já não enlouqueci)
Perdida, acredito que sempre estive, mas só cheguei a essa conclusão agora.
Acredito que sempre soube, mas só quis mesmo enxergar agora.
Onde quero chegar e como quero chegar eu não sei. Pessoas normais geralmente têm planos e sabem onde querem chegar e hoje chego a conclusão que eu não sei de nada.
Preciso me LIBERTAR!
Libertar-me das correntes, dos meus vícios, das minhas manias, das coisas antigas e das coisas novas também, das minhas lágrimas, do meu sorriso falso, da minha “cara de pau” e da minha timidez.
Por que será é tão difícil ser quem a gente é?
A vida é uma DROGA!
Acredito que sempre soube, mas só quis mesmo enxergar agora.
Onde quero chegar e como quero chegar eu não sei. Pessoas normais geralmente têm planos e sabem onde querem chegar e hoje chego a conclusão que eu não sei de nada.
Preciso me LIBERTAR!
Libertar-me das correntes, dos meus vícios, das minhas manias, das coisas antigas e das coisas novas também, das minhas lágrimas, do meu sorriso falso, da minha “cara de pau” e da minha timidez.
Por que será é tão difícil ser quem a gente é?
A vida é uma DROGA!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
A verdadeira História de Branca de Neve (parte 2)
Até que um dia, ela resolveu ir além do bosque para ver até onde o Lobo seguia a Chapéuzinho Vermelho. Eles caminharam até uma hora em que as árvores ficavam mais espessas e dificultava a caminhada. Branca de Neve já se sentia ofegante quando o Lobo parou, Chapéuzinho Vermelho olhou para traz em direção ao Lobo e acenou com a cabeça, ela se embrenhou no meio das árvores e o Lobo a seguiu. Branca de Neve teve a impressão de que Chapéuzinho Vermelho sabia que o Lobo estava ali e continuou seguindo. Pouco tempo depois Branca de Neve avistou uma clareira. Chapéuzinho Vermelho estava lá, junto do Lobo, parecia que discutiam, ela continuou ali, escondida, atrás das árvores, sem ser notada, viu que Chapéuzinho chorava, o Lobo secou suas lágrimas, virou as costas e foi no sentido das árvores que Branca de Neve estava, ela se desesperou, mas se escondeu por dentre as árvores de uma forma que não pudesse ser vista. Antes do Lobo entrar na Floresta novamente, se virou e disse:
- Eu amo você Chapéuzinho, mas estamos nos sufocando. Não podemos mais.
Continuará...
- Eu amo você Chapéuzinho, mas estamos nos sufocando. Não podemos mais.
Continuará...
domingo, 23 de agosto de 2009
Sou a menina que mora na Casa da Árvore do Pé de Pitanga.
A menina que voa alto e não tira os pés do chão.
A menina que não está nem aí e no mesmo instante fica vermelho escarlate.
A menina que combina com vermelho, rosa, verde, azul, lilas e com todas as cores.
Que dorme tarde e acorda cedo.
Que ri e chora ao mesmo tempo.
A menina que ama e odeia a mesma pessoa.
Que tem certeza.
Menina de asas de borboleta multicolorida e que vai pra onde quiser.
Menina que voa alto e sente o vento bater no rosto.
Sou a menina que age por impulso, que se arrepende do que fala, mas nunca do que faz.
Musicista, boneca de tecido, borboleta, comissária, teacher & student, sou todas as mulheres, mas sou única.
Sou a Pam que mora na Casa da Árvore do Pé de Pitanga.
A menina que voa alto e não tira os pés do chão.
A menina que não está nem aí e no mesmo instante fica vermelho escarlate.
A menina que combina com vermelho, rosa, verde, azul, lilas e com todas as cores.
Que dorme tarde e acorda cedo.
Que ri e chora ao mesmo tempo.
A menina que ama e odeia a mesma pessoa.
Que tem certeza.
Menina de asas de borboleta multicolorida e que vai pra onde quiser.
Menina que voa alto e sente o vento bater no rosto.
Sou a menina que age por impulso, que se arrepende do que fala, mas nunca do que faz.
Musicista, boneca de tecido, borboleta, comissária, teacher & student, sou todas as mulheres, mas sou única.
Sou a Pam que mora na Casa da Árvore do Pé de Pitanga.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
ao Desconhecido!
Hoje ainda quando te vejo, mesmo que por fotos, meu peito infla, o ar falta, minha cabeça gira e por instantes perco a fala. Isso porque nunca te amei!
domingo, 16 de agosto de 2009
With A Little Help From My Friends
Obrigada rapazes e menina!
Joe Cocker
With A Little Help From My Friends
WHAT WOULD YOU DO IF I SANG OUT OF TUNE
WOULD YOU STAND UP AND WALK OUT ON ME
LEND ME YOUR EARS AND I'LL SING YOU A SONG
I WILL TRY NOT TO SING OUT OF KEY
I GET BY WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS
I JUST KEEP TRYING WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS
I WANT TO GET HIGH WITH MY FRIENDS
I JUST HOLD ON WITH MY FRIENDS
WHAT DO I DO WHEN MY LOVE IS AWAY
(DOES IT WORRY YOU TO BE ALL ALONE)
HOW DO I FEEL BY THE END OF THE DAY
(ARE YOU SAD BECAUSE YOUR ON YOUR OWN)
CHORUS
(DO YOU NEED ANY BODY)
I NEED SOME BODY TO LOVE
(DO YOU NEED ANY BODY)
ALL I NEED IS SOMEONE TO LOVE
CHORUS
(WOULD YOU BELEIVE IN A LOVE AT FIRST SIGHT)
I'M CERTAIN IT HAPPENS ALL THE TIME
(WHAT DO YOU SEE WHEN YOU TURN OFF THE LIGHTS)
I DON'T SEE MUCH
CHORUS
(DO YOU NEED ANYBODY)
I NEED SOMEBODY TO LOVE)
ALL I NEED IS SOMEBODY TO LOVE
CHORUS
http://www.youtube.com/watch?v=uQYDvQ1HH-E
terça-feira, 11 de agosto de 2009
A verdadeira história de Branca de Neve. (parte 1)
Era uma vez uma princesa, seu nome era Branca de Neve. Um dia sua madrasta mandou matá-la. Ela fugiu, desmaiou num bosque e os animais do bosque levaram a linda princesa para uma casinha próxima dali, porém segura, porque ficar ali poderia ser perigoso. Branca de Neve não entendeu o que poderia ser tão perigoso num lugar tão bonito. Ela se hospedou em uma pequena casa com sete homens bem pequeninos. Ela foi feliz ali por um tempo, mas algo a levava ao bosque, ela queria saber o que havia lá e escondida dos anões passou a ir lá todas as tardes.
Ela descobriu que havia um Lobo que rondava a floresta, ela passou a seguir o Lobo sem que ele percebesse, ela era muito cautelosa e havia algo nele que chamava sua atenção. Ela descobriu que ele seguia uma garotinha muito bonita, seu nome era Chapéuzinho Vermelho e todos os dias no mesmo horário ela passava pelo bosque e o Lobo a seguia. Branca de Neve percebeu, mas continuou a observar. Ela nunca ia alem do bosque, pois tinha medo de se perder. Mas algo a intrigava nessa história, Chapéuzinho passando todos os dias e o Lobo a seguindo. Ela não percebeu, mas sentia ciúme do Lobo, não sabia ficar um dia sem vê-lo, Branca de Neve não sabia quem ele era, mas estava apaixonada.
continuará...
Ela descobriu que havia um Lobo que rondava a floresta, ela passou a seguir o Lobo sem que ele percebesse, ela era muito cautelosa e havia algo nele que chamava sua atenção. Ela descobriu que ele seguia uma garotinha muito bonita, seu nome era Chapéuzinho Vermelho e todos os dias no mesmo horário ela passava pelo bosque e o Lobo a seguia. Branca de Neve percebeu, mas continuou a observar. Ela nunca ia alem do bosque, pois tinha medo de se perder. Mas algo a intrigava nessa história, Chapéuzinho passando todos os dias e o Lobo a seguindo. Ela não percebeu, mas sentia ciúme do Lobo, não sabia ficar um dia sem vê-lo, Branca de Neve não sabia quem ele era, mas estava apaixonada.
continuará...
domingo, 9 de agosto de 2009
"O Tempo passa. Mesmo quando isso parece impossivel. Mesmo quando cada batida do ponteiro dói como sangue pulsando sub um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim."
Trecho do livro "Lua Nova", o trecho em que a personagem descreve seus sentimentos e que eu jamais conseguiria colocar em palavras.
PS: Estou escrevendo um texto bem legal pra postar no blog, mas está mais cumprido do que eu imaginava.
Trecho do livro "Lua Nova", o trecho em que a personagem descreve seus sentimentos e que eu jamais conseguiria colocar em palavras.
PS: Estou escrevendo um texto bem legal pra postar no blog, mas está mais cumprido do que eu imaginava.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Linhas Cruzadas
- Oi.
- Como anda sumida...
- Você mudou de mais.
- Lembra aquele dia que você passou mal e quase desmaiou?
- Por que você insiste em continuar fingindo que nada aconteceu?
- Por que você não pára de tocar nesse assunto?
- Você me magoa muito sabia?
- Não tenho a intenção.
- Como você é especial pra mim.
- Você viu como choveu essa semana?
- Que merda! Meu chuveiro não esquenta nunca no inverno!
- Essa vida é uma merda!
- Eu te amo!
- Do que você tanto reclama?
- Você viu o tamanho da lua essa noite?
- Você está ai?
- Heyyy, cadê você???
tu...tu...tu...
Perdidos numa estória sem começo, meio e fim...
- Como anda sumida...
- Você mudou de mais.
- Lembra aquele dia que você passou mal e quase desmaiou?
- Por que você insiste em continuar fingindo que nada aconteceu?
- Por que você não pára de tocar nesse assunto?
- Você me magoa muito sabia?
- Não tenho a intenção.
- Como você é especial pra mim.
- Você viu como choveu essa semana?
- Que merda! Meu chuveiro não esquenta nunca no inverno!
- Essa vida é uma merda!
- Eu te amo!
- Do que você tanto reclama?
- Você viu o tamanho da lua essa noite?
- Você está ai?
- Heyyy, cadê você???
tu...tu...tu...
Perdidos numa estória sem começo, meio e fim...
domingo, 2 de agosto de 2009
O começo do ínicio
De onde vem as inspirações?
Dos sentimentos? Das imagens que vemos, das músicas que escutamos ou das coisas que vivemos?
A minha inspiração, egoísta como sou, vem do que sinto em cada momento de minha vida. Em cada texto, em cada melodia que às vezes crio, pode-se identificar exatamente o que sinto, cada coisa acaba se transformando no que eu acredito que seja, sendo assim uma inspiração de fora para dentro.
Só que agora é diferente. Ela é externa, vem de fora para dentro e me completa. Um sentimento jamais sentido antes que só posso explicar dizendo que não há explicações.
E agora no silêncio da madrugada, escuto os poucos carros que ainda passam nas ruas e uma música que me dá mais vontade de viver o que estou vivendo. Olho a noite de Agosto, nuvens são levadas pelo vento, as árvores dançam em minha janela e eu só sei sorrir.
Dos sentimentos? Das imagens que vemos, das músicas que escutamos ou das coisas que vivemos?
A minha inspiração, egoísta como sou, vem do que sinto em cada momento de minha vida. Em cada texto, em cada melodia que às vezes crio, pode-se identificar exatamente o que sinto, cada coisa acaba se transformando no que eu acredito que seja, sendo assim uma inspiração de fora para dentro.
Só que agora é diferente. Ela é externa, vem de fora para dentro e me completa. Um sentimento jamais sentido antes que só posso explicar dizendo que não há explicações.
E agora no silêncio da madrugada, escuto os poucos carros que ainda passam nas ruas e uma música que me dá mais vontade de viver o que estou vivendo. Olho a noite de Agosto, nuvens são levadas pelo vento, as árvores dançam em minha janela e eu só sei sorrir.
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