É adorável saber que temos alguém pra gente. Eu não tenho alguém, eu tenho “alguéns”, alguéns dos quais não troco por nada. Não troco por dinheiro, namorado, nada. Fazem minhas noites mais felizes e meus dias preguiçosos, fazem hoje as memórias de amanhã e o meu hoje e amanhã serem dias únicos.
Lembro-me do dia que os conheci, e eles também se lembram. Temos histórias que pra muitos podem ser tolas, mas são únicas, são nossas.
O charmoso Pocotó do Amor, ahh Schimitt, você com esse seu jeito pegador não me engana... guarda um homem de verdade por traz de suas brincadeiras infantis.
Thi, abô, abô da minha vida! Poucos são carinhosos como você, gosto muito de rir com você e amo tanto você que não me importa que você ame mais meu pai que eu e ainda por cima, eu o empresto pra você.
João, eu sei que você gosta de mim tanto quanto gosto de você. Juro que não me importo quando você ri de coisas que fiz e falei a um tempo a traz, melhor tentar outras coisas pra tentar me tirar do sério. Não me importo também quando você diz que parou de estudar inglês porque não queria que eu fosse sua professora. Joãozinho, o Paraná te ama em peso!
Beto, Betinho, Roberto Bonizzoni, O Primeiro. É muito bom conhecê-lo. Desde o inicio, desde quando não podia. Ainda bem que quebrei as regras com você. Ainda bem que você entrou na minha vida. Não tem como não te amar. Todos te amam, seu bandido! A gente já riu e chorou tanto junto. Confio tanto em você, confio os segredos mais sagrados, coisas que não converso com qualquer pessoa, me sinto à vontade de conversar com você. Sinto tanto ter causado qualquer tipo de discórdia na sua vida.
Eu odeio quando vocês somem.
Vocês me trouxeram tantas outras pessoas...
Rir, cantar, viajar, beber, jogar, tocar “A chalana”, viver com vocês é muito bom.
Viveremos muito ainda. Um na vida do outro.
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