Eu escutei sua voz me chamando, pedindo ajuda. Segui seu cheiro, seu som. Fui ao seu encontro. Quando dei por mim, era tarde de mais, havia caído em sua armadilha. O óbvio não me causava desconfiança.
Fiquei com muito medo, tentava escapar, mas não queria. Era confortável ali, ao mesmo tempo me sufocava. Era muito quente, muito "acolhedor" e aquilo me assustava.
Só que eu acabei me acostumando, já nem lembrava mais como era minha vida antes da armadilha em que você me colocou. O calor ainda me sufocava, mas eu era capaz de suportar. Em dias muito quentes sentia a impressão de um dia algo fresco beijando meu rosto.
Até que um dia, você se calou, parei de escutar sua voz e foi como se as amarras se soltassem de imediato. A principio meu corpo doía, sentia falta daquilo, mas foi quando eu lembrei-me das minhas asas, foi quando elas abriram e eu pude novamente alçar voo.
Um comentário:
engraçado como nos sentimos assim em muitos momentos em nossa vida... mais precisamos aprender uma coisa basica... somos nos msm qm nos sufoca, qm nao nos deixa voar... eh q como acaba sendo muito mais facil jogar a culpa em outro ser fazemos isso... mais saiba de uma coisa... por mais q as coisas estejam sufocantes basta nos qrermos e arrumaremos um jeito de sair daqli td...
bjocas...
Adi*
Postar um comentário